quinta-feira, 9 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
CONFICKER - VIRUS ALERT e REMOVEDORES

Conficker, também conhecido por Downup, Downandup e Kido, é um worm que infesta computadores com o sistema operativo de Microsoft Windows.
O software malicioso é instalado por meio da internet e se propaga também por dispositivos de memória, como pendrives.
Considerado o pior vírus e worms da época, pela sua velocidade de proliferação, levou a Microsoft a recompensar com U$ 250.000 por informações que levassem à captura do criador do Conficker.
Variantes
W32/Conficker.worm W32/Conficker.worm.gen.a W32/Conficker.worm.gen.b
W32/Conficker.worm.gen.c - Variante Conficker.C descoberta recentemente. Programado para atacar em 1º de abril de 2009.[1] W32/Conficker.worm!inf
Como se prevenir
Serve de precaução manter atualizados seus programas de segurança e Windows Update, já que a Microsoft liberou a correção para o vírus em outubro de 2008. O Linux por si só não será afetado, o que mostra que ele pode ser uma alternativa mais segura (dependendo da aplicação) ao sistema Windows isto se nao for proriferado pelo programador NsOfT!!@!!.
Conficker: especialistas explicam ação e dão dicas de combate
fonte original : Flávio Dilascio, JB Online
RIO DE JANEIRO - Surgido em novembro do último ano, o vírus Conficker está instalado em milhões de computadores do mundo inteiro. Criado para invadir sistemas através de uma falha do Windows, a praga até agora ainda não fez grandes estragos. A partir desta quarta, porém, há um grande temor por um revertério nesta situação, já que é exatamente neste dia 1º de abril que está marcada uma mudança nas configurações do Conficker.
- A única ação do Conficker até o momento tem sido algumas tentativas de alteração de senhas, o que provoca o cancelamento de contas e logins – declarou o diretor de tecnologia da F-Secure, Gabriel Menegatti.
De acordo com as investigações das empresas de segurança tecnológica de todo o mundo, chegou-se a conclusão que o Conficker foi criado por profissionais. Diferentemente de outros vírus, ele dispara múltiplos endereços de domínios (cerca de 50 mil) como receptadores das informações do computador, o que torna praticamente impossível a localização do hacker. Isto é conferido graças ao seu alogarítimo, o qual é de difícil configuração.
- O Conficker tem um nível de criptografia muito difícil. Com certeza, ele foi feito por pessoas que sabem o que fazem - afirmou Gabriel Menegatti.
Soma-se a isso o fato de a data de atualização do Conficker ser neste dia 1º de abril, quarta-feira, o que deixa o mundo em apreensão pelo fato de tal procedimento poder implicar em novos tipos de ações por parte dos hackers, muito mais danosas do que as simples tentativas de mudanças de senhas.
- Nesta quarta-feira haverá uma atualização porque o código atual se encerra. Então, ele buscará uma atualização na internet. Não temos como saber se isso causará novas implicações nas máquinas infectadas ou não. A expectativa é grande - declarou o diretor de tecnologia da F-Secure.
A solução para combater o Conficker é manter o computador sempre com windows e antivirus atualizados. Para saber se a máquina está ou não infectada, deve-se tentar entrar no portal de alguma empresa de segurança na rede (empresas de antivírus). Não conseguindo acessar tais páginas, é sinal de que há a presença do Conficker, pois a praga bloqueia estes tipos de site (em quase todos os casos).
- É importante estar com o Windows sempre instalado. Esta despreocupação das pessoas em não atualizarem corretamente seus programas é que leva hackers a criarem estes vírus – destacou o professor do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito, Bruno Magrane.
Não se sabe ainda a origem do Conficker. O que se sabe, porém, é que, se ele tivesse sido criado no Brasil, não implicaria punição alguma aos seus criadores, pelo fato de ainda não terem ocorrido crimes virtuais.
- O Brasil ainda não tem uma lei específica tratando este tipo de ameaça. Houve um projeto de Lei sobre este tema, mas não foi aprovado, pois houve muita crítica quanto à sua amplitude. Se uma pessoa espalhou um vírus, apenas por espalhar, ela não pode ser punida. A menos que ela obtenha informações sobre as máquinas que está tendo acesso - afirmou Magrane.
Apesar de ainda não ter havido a prática de crimes virtuais, várias empresas tiveram de procurar ajuda por terem seus sistemas infectados, o que provoca temor pelo fato de não se saber quais serão as consequências da invasão.
- Muitas empresas nos procuraram nas últimas semanas. De companhias com 10 máquinas a instituições com 10 mil computadores - garantiu Gabriel Menegatti, da F-Secure, que considera o dia 1º de abril como uma grande incógnita. – Podemos ter ataques ou não – opinou.
Já Bruno Magrane acredita em ações dos hackers a partir desta quarta-feira, 1º de abril.
- Acredito que tenhamos ataques amanhã. As empresas e os usuários individuais têm de atualizar seus sistemas. Os usuários que não estiverem atualizados certamente serão prejudicados – determina.
Por enquanto, ainda não há registro de ataques do Conficker do outro lado do mundo, onde já é 1º de abril.
Há um site que indica ainda como tirar o Conficker do computador:
http://www.confickerworkinggroup.org/
>>>Remoção do vírus Conficker
Como retiro o vírus Conficker do meu computador?
Existem várias ferramentas que podem auxiliá-lo nessa tarefa. Escolha uma abaixo, faça o download e execute. Se não resolver, tente outra das alternativas abaixo.
W32.Downadup Removal Tool (Symantec)
Anti.Downadup (BitDefender)
F-Downadup (F-Secure)
KidoKiller (Kaspersky)
É essencial baixar a correção descrita no boletim MS08-067 para que você não volte a ser infectado. É uma boa ideia instalá-la antes mesmo de desinfectar o computador, mas nem sempre isso é possível, porque o vírus pode tentar bloqueá-la. Clique aqui para fazer o download da atualização para Windows XP.
MP encontra o tendão de Aquiles da Pedofilia

MP quer usar dados de cartão de crédito contra pedofilia
fonte: FABIANA CIMIERI - Agencia Estado
RIO - O Ministério Público Estadual do Rio está elaborando um projeto de lei para ser encaminhado ao Congresso Nacional obrigando as empresas de cartões de crédito a comunicarem às autoridades todas as compras de produtos, incluindo as feitas pela internet, que possam estar relacionados à exploração sexual infantil. Uma ação conjunta dos ministérios públicos estadual e federal, Polícia Federal e a organização não governamental Safernet tem ajudado senadores e deputados federais da CPI da Pedofilia a fazerem alterações legislativas para punir o crime sexual contra crianças e adolescentes.
"É uma necessidade da vida moderna", justifica o promotor Fabio Matos, da 3ª Central de Inquéritos do MPE do Rio. Alguns projetos de lei elaborados por esse grupo já foram sancionados pelo Congresso - como a transformação de posse de material pornográfico infantil em crime - e outros ainda estão tramitando, entre eles a tipificação de pedofilia como crime hediondo. Enquanto não é sancionado o projeto de lei que obriga as empresas de cartão a denunciarem compradores suspeitos, a promotora do Rio de Janeiro Ana Lúcia Melo busca um acordo com essas operadoras.
De acordo com um relatório do FBI (Federal Bureau of Investigation) divulgado em 2007, há uma movimentação de cerca de US$ 3 bilhões em sites que comercializam conteúdos pornográficos infantis. Os provedores desses endereços eletrônicos, segundo a promotora, estão em países que autorizam a comercialização desse tipo de conteúdo ou que não a reprimem adequadamente.
Comentário do PUN15H3R -------->. A rede de Pedofilia ramificada pela Internet à muitos anos utiliza a comodidade do uso dos cartões de crédito para sustentar e financiar as atividades de Pedofilia, que pela grana que gira por trás dessa Perversão certamente que é a parte mais sensível dessa indústria de prazeres sádicos de uma corja de pervertidos com dinheiro para gastar com suas fantasias animalescas. Esses mesmo Pervertidos, se escondem da sociedade, e por não tem coragem de mostrar a cara e muito menos pagar um BOLETO BANCÁRIO dos sites de pedofilia, eles encontraram nos CArtões de crédito, um aliado para custear a sua fantasias doentes. PARABÉNS ao Ministério Público que finalmente encontrou o ponto mais sensível dessa indústria muito bem estrutura, tomara que haja sucesso nessa gloriosa e corajosa missão e não tão logo não apareça algum pseudo intelectualóide para defender a privacidade desses bando de canalhas. Sim pois existem pedófilos que conhecem a Lei, os que a deveriam aplicá-la e aqueles que as criam. Todos eles usam cartões de crédito, mas de hoje em diante vão pensar 2 vezes antes de usar de novo.
Apesar que no mundo virtual tudo é contornável, e logo logo até as Admininstradoras vão dar um jeito de não perder essa clientela lucrativa.
Como é sabido, eles tem dinheiro de sobra para contratar técnicos, criar as melhores redes e servidores, utilizam provedores pagos e os cartões de crédito representam o sangue que corre nas veias da Pedofilia mundial. Tomara Deus que essa atitude do MP possa se não secar as veias que alimentam os cofres dessa Rede pervertida, que no mínimo possa causar sérios problemas vasculares e quem sabe um sério AVC na Pedofilia.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Vice-Presidência do TJ despacha documentos eletronicamente

O Sistema de Automação da Justiça (SAJ) é um sistema que permite inúmeras funções que podem agilizar as atividades e evitar o retrabalho. Uma dessas questões é garantida pela possibilidade de compartilhamento de documentos. Vislumbrando esta ferramenta já utilizada na 2ª Vara Cível da Capital, por exemplo, é que o magistrado, advindo desta área, Dr. Marcelo Câmara Rasslan, atuando agora como juiz auxiliar da Vice-Presidência, resolveu implementar a prática nas decisões e despachos da Vice-Presidência do TJMS.
A novidade permite que os documentos que antes eram endereçados ao Departamento Judiciário Auxiliar (Dejaux) de forma impressa, na qual os servidores do setor precisavam redigitar as informações, agora sejam recebidos eletronicamente. A nova prática vem sendo adotada desde o dia 16 de fevereiro. Com isso, todos os despachos e decisões da Vice-Presidência são encaminhados eletronicamente para publicação.
Dr. Marcelo destaca que há duas grandes vantagens nesta ação: uma delas evitar o retrabalho e permitir que os documentos possam ser publicados mais rapidamente, ganhando em rapidez na prestação jurisdicional, e outro aspecto é permitir que toda decisão advinda da Vice-Presidência possa ser consultada por meio da internet, para evitar que partes e advogados necessitem dirigir-se até o Tribunal em busca de informações sobre as decisões.
Para se compreender melhor, o juiz esclarece que, antes da nova rotina de trabalho, os textos nem sempre eram disponibilizados na íntegra para publicação na internet: alguns sim, outros não. Entretanto, hoje o procedimento está padronizado: encaminha-se a redação para o Dejaux pelo SAJ, os servidores de lá pegam o documento digital e disponibilizam a íntegra para consulta no Portal e a parte necessária dela para o Diário da Justiça.
Desta nova prática, beneficia-se tanto o servidor da justiça, que agrega praticidade e agilidade pelo uso da tecnologia em sua produção, quanto o público em geral, que pode consultar de casa ou do trabalho todos os documentos emitidos pela Vice-Presidência, diminuindo assim o próprio movimento dos advogados ou interessados que procuram o local para consultar estas informações, vindos tanto da Capital como também do interior.
Matérial original disponibilizada em:
http://www.tjms.jus.br/noticias/materia.php?cod=14594
Desembargador imprime prática inédita no plantão judiciário

A informatização da justiça já não é novidade e certamente aponta para um rumo sem volta. No segundo grau, o trâmite digitalizado de processos é um ideal, em contraposição ao atual sistema que privilegia os documentos materializados em autos, com enormes volumes e dispêndio incalculável de papel. A nova administração do Tribunal de Justiça pretende implantar a virtualização no Tribunal de Justiça até o fim da atual gestão, afinando-se com o sistema que já está implantado no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça. Pode-se afirmar que a virtualização completa dos processos, em todos os graus de jurisdição, é uma meta que em breve será de uso comum no cotidiano forense, fato que irá contribuir para cumprimento da regra constitucional que determina que é direito fundamental do cidadão a razoável duração do processo.
Os novos desembargadores do Tribunal de Justiça já dão mostras de receptividade dos trâmites eletrônicos e, em pouco mais de quatro meses depois da iniciativa pioneira do desembargador Dorival Renato Pavan de publicar os acórdãos eletronicamente, com ementa e voto disponibilizados para as partes no dia seguinte à sessão de julgamento, a medida é hoje adotada por outros dez colegas.
Outra inovação também trazida pelos modernos desembargadores está embrionando. O mesmo desembargador Dorival Renato Pavan está na vanguarda e desponta como o primeiro a atuar em um plantão judiciário virtual. A prática foi adotada durante o período de festas de Carnaval, quando esteve designado para o plantão no Tribunal de Justiça. Ele cumpriu expediente de plantonista em sua casa, ao lado do laptop, despachando os recursos e medidas de urgência, com resposta em poucos minutos.
Que isso é novidade ninguém duvida. No entanto, segundo avaliação do Des. Pavan, essa implantação no Tribunal ainda depende de implementação e medidas administrativas a serem adotadas pela Administração do Tribunal, em especial no que se refere às modificações de procedimentos pelo sistema de automação do judiciário de segundo grau – SAJ.
No Carnaval, houve distribuição de recursos e medidas de urgência, que foram encaminhados ao servidor de plantão, o qual, por sua vez, escaneou as iniciais e documentos e os enviou por e-mail para o desembargador e respectivo assessor de plantão. Do lugar onde estava o desembargador, a petição foi despachada para devolução. Na prática, por ainda não contar com a assinatura eletrônica, ele visualizava o pedido no computador, apreciava a inicial e documentos, despachava e imprimia para assinatura. Com o auxílio do assessor, a decisão era entregue na secretaria do Tribunal de Justiça.
Esse sistema é embrionário do sistema de completa virtualização dos recursos no plantão judiciário de segundo grau, nada impedindo que seja adotado também em primeiro grau. Diz-se embrionário porque necessita de aperfeiçoamento, fato reconhecido pelo próprio desembargador Dorival Renato Pavan.
Para Pavan, num futuro próximo deve haver a integração dos sistemas de 2º grau do Tribunal com o Ministério Público, nos processos em que este deve atuar, e adoção por parte dos advogados. Com relação à comodidade, esse plantão virtual é incontestável. “Fantástica”, resume Pavan, ao explicar que despachou de sua casa, examinando a inicial e documentos que foram digitalizados e se encontram em seu computador, por enquanto via e-mail.
Se houver colaboração e integração de outros segmentos comprometidos com a efetividade da jurisdição, como a OAB, Ministério Público e Defensoria Pública, o sistema permitirá que haja apresentação do pedido no Tribunal, em página própria que o SAJ de 2º grau do Tribunal haverá de criar e aperfeiçoar, possibilitando sua imediata visualização e despacho pelo relator de plantão. Sustenta Pavan que se for o caso de dar vista ao Ministério Público, em hipóteses que se revele indispensável sua intimação, notadamente nos processos crimes, ou ainda de ser determinada a emenda da inicial ou juntada de documento faltante pela parte, tal poderá ocorrer também pelo sistema virtual, e em questão de horas o pedido será apreciado.
Visionário dessa nova tecnologia, o presidente da OAB/MS, Fábio Trad, disse que o desembargador imprimiu excelência na prestação de serviços jurídicos. “Ele agiliza a resposta das demandas, sempre urgentes em dias de plantão, incorporando a realidade do judiciário à mais moderna concepção tecnológica de judicatura”.
A comodidade de casa para auxiliar nos estudos dos processos urgentes foi lembrada pela assessora do desembargador, Sabrina Flores Sampaio, como principal facilidade do plantão virtual. O servidor plantonista do Carnaval, Sulmar Marques, lembrou da celeridade na resposta jurisdicional para enfatizar a importância do plantão implantado. A participação desses servidores, segundo o Des. Pavan, foi essencial para que o sistema começasse a funcionar, já que, nas próprias palavras do desembargador, “trata-se de servidores qualificados, que aderiram à iniciativa e mostraram-se diligentes na prática dos atos de digitalização e envio de seu conteúdo para minha apreciação e decisão”, dando condições de exame imediato do pedido formulado pelos interessados, um dos quais partiu da própria Ordem dos Advogados do Brasil, Subsecção de Jardim.
Conceição Pedrini, diretora da Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal, disse que a medida adotada pelo desembargador vai ao encontro da tendência da maioria dos Tribunais do país, em queo fluxo de processos tramita dentro do sistema, no caso de Mato Grosso do Sul, é o SAJ (Serviço de Automação da Justiça). “A idéia é digitalizar a tramitação dos processos no Tribunal. Inicialmente, poderia ser uma classe como habeas corpus e agravos, mas ainda está em análise para futura homologação e implantação”, finaliza Conceição, ao conceituar o trabalho do desembargador plantonista como criativa.
Para Pavan, todavia, o sistema virtual durante o plantão pode atingir qualquer recurso ou medida. Reconhece, entretanto, que ainda faltam instrumentos adequados para que o sistema passe a vigorar com a perfeição desejada. Cita como exemplo o fato de que o SAJ pode ser visualizado apenas de um computador instalado no Tribunal, na rede, quando deveria ser de qualquer computador de posse do desembargador, em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, bastando o uso de uma senha para nele ter ingresso. Sem essa visualização, ou disponibilização do SAJ para o desembargador, juiz e servidores, a agilização dos trabalhos deve passar pela adoção de outros procedimentos, mais morosos, como o envio de e-mail com os documentos digitalizados e retorno da resposta do relator de plantão, também via e-mail, após digitalização da própria decisão, mas de qualquer forma mais ágil do que o sistema normal dos plantões judiciários.
O desembargador faz um apelo para que o sistema de informatização do tribunal permita esse link com outros provedores de acesso à internet, o que possibilitará maior comodidade no desenvolvimento da digitalização e disponibilização do conteúdo do pedido e documentos por quem estiver de plantão, e para imediata resposta do pedido formulado.
Finalmente, Pavan alerta para a necessidade de que a Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério Público e a Defensoria Pública passem a integrar o sistema. De nada adianta o Tribunal estar preparado para processar os feitos com a agilidade requerida, mas encontrar óbices no seio daquelas instituições, diz Pavan. Para se ter uma idéia da comodidade do sistema, o advogado que possuir assinatura eletrônica, poderá enviar sua petição e documentos diretamente para o sistema, de onde se encontra, que irá encontrar resposta imediata do desembargador de plantão. A distribuição pelo sistema tradicional, enquanto não virtualizado todo o processo em segundo grau, será feita com a inicial e documentos que foram digitalizados, acompanhada da decisão, recebendo normal processamento. Isso ocorrerá, alerta o Des. Pavan, até que todo o sistema esteja preparado para receber, distribuir, processar e julgar todos os recursos integralmente por meio virtual, o que será um avanço incalculável para a efetividade da jurisdição.
A evolução desse novo sistema deve ainda atingir a adesão de todos os outros desembargadores que, disponibilizando da assinatura digital, um token certificador da autenticidade, poderão estar em qualquer lugar, diga-se, do mundo, e despachar, dando um retorno do pedido em minutos.
Aliás, finaliza Pavan, quanto mais desembargadores aderirem ao sistema, melhor para a Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, pela agilidade proporcionada, ao par da segurança, os quais, inclusive, poderão dar grande contribuição com sugestões para aperfeiçoamento da ideia já por ele iniciada e colocada em prática.
matéria original disponibilizada em:
http://www.tjms.jus.br/noticias/materia.php?cod=14584
Oposição define nome para disputar presidência da OAB/MS
O grupo de oposição à atual diretoria da OAB/MS já definiu quem será o candidato à sucessão de Fábio Trad neste ano.
Em reunião na noite de ontem, o advogado Leonardo Avelino Duarte foi escolhido para a disputa em novembro deste ano, para mandato de três anos.
Ele tem o apoio dos ex-presidentes da entidade, Elenice Carille, Carlos Marques e Carmelino Rezende, principais opositores ao grupo que hoje está à frente da Ordem em Mato Grosso do Sul.
A chapa também é composta por membros da diretoria da Associação dos Advogados do Estado, conselheiros e por Leny Ourives, atual diretora-tesoureira da OAB/MS. O grupo defende, entre outros pontos, mudanças na sistemática de gestão da Caixa de Assistência dos Advogados
Já de saída, o pré-candidato diz que representa profissionais que querem mudança na entidade. “Já passou da hora de a gente refundar a entidade, tornando-a impessoal no que diz respeito à sua gestão, e de devolvê-la aos seus legítimos donos, que são os advogados”.
Em entrevista à emissora de rádio nesta manhã, o atual presidente anunciou que pode não concorrer à reeleição, para disputar um cargo eletivo em 2010.
“A decisão do futuro entrego ao grande arquiteto do universo e a minha classe (...). Irei defender as grandes causas da advocacia e da sociedade”, disse Fábio Trad, sem dizer qual cargo está disposto a disputar.
Leonardo Avelino é formado pela Universidade Católica Dom Bosco; tem Mestrando em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito da PUC/SP, Também tem experiência como professor de Direito Administrativo na Universidade Católica Dom Bosco, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e professor de Direito Constitucional da Escola de Magistratura de Mato Grosso do Sul.
matéria original disponibilizada em:
http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=5&id=248342
Em reunião na noite de ontem, o advogado Leonardo Avelino Duarte foi escolhido para a disputa em novembro deste ano, para mandato de três anos.
Ele tem o apoio dos ex-presidentes da entidade, Elenice Carille, Carlos Marques e Carmelino Rezende, principais opositores ao grupo que hoje está à frente da Ordem em Mato Grosso do Sul.
A chapa também é composta por membros da diretoria da Associação dos Advogados do Estado, conselheiros e por Leny Ourives, atual diretora-tesoureira da OAB/MS. O grupo defende, entre outros pontos, mudanças na sistemática de gestão da Caixa de Assistência dos Advogados
Já de saída, o pré-candidato diz que representa profissionais que querem mudança na entidade. “Já passou da hora de a gente refundar a entidade, tornando-a impessoal no que diz respeito à sua gestão, e de devolvê-la aos seus legítimos donos, que são os advogados”.
Em entrevista à emissora de rádio nesta manhã, o atual presidente anunciou que pode não concorrer à reeleição, para disputar um cargo eletivo em 2010.
“A decisão do futuro entrego ao grande arquiteto do universo e a minha classe (...). Irei defender as grandes causas da advocacia e da sociedade”, disse Fábio Trad, sem dizer qual cargo está disposto a disputar.
Leonardo Avelino é formado pela Universidade Católica Dom Bosco; tem Mestrando em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito da PUC/SP, Também tem experiência como professor de Direito Administrativo na Universidade Católica Dom Bosco, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e professor de Direito Constitucional da Escola de Magistratura de Mato Grosso do Sul.
matéria original disponibilizada em:
http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=5&id=248342
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